Olha a cobra!

17 04 2010

No dia 27/03 aconteceu na UNIP – Cidade Universitária o Curso de Extensão Comunitária “Educação Ambiental – Curiosidades e Mitos”.

O curso foi ministrado pelo publicitário Eduardo Saavedra Coutinho, aluno do curso de medicina veterinária da Universidade Anhembi-Morumbi e voluntário no Instituto Butantã.
A iniciativa de um curso sobre meio ambiente no calendário de extensão comunitária é recente, este foi o décimo curso ministrado sobre o tema em todas os campi da UNIP.

O curso começa com a pergunta básica: Para quê estudar Educação Ambiental? A resposta, que faz bastante sentido, é muito simples: Para melhorar nossa qualidade de vida.
A partir daí, o professor começa a elencar uma série da fatores que confirmam a resposta dada acima, tais como o atual relacionamento da humanidade com a natureza, as novas tecnologias e cenários urbanos, as agressões ao meio-ambiente, que, por fim, geram uma necessidade de mudança em nosso comportamento, para que haja o desenvolvimento sustentável.

Teoria de Gaia: Criada pelo cientista James E. Lovelock, considera a terra como um único organismo vivo, que mantendo-se saudável, compromete-se com todas as formas de vida. Qualquer espécie que afete o meio-ambiente estará desfavorecida, prejudicando a si própria. James Lovelock acredita que o aquecimento global já ultrapassou um ponto sem volta, e que será insuportável por volta de 2040.

Para compreender melhor o relacionamento do homem com a natureza é necessário compreender que existem diversos ecossistemas e culturas humanas. É necessário, portanto, pensar globalmente, mas agir localmente, considerando os níveis físicos, biológicos e sociais que intereferem em cada região.

No curso, alguns recursos naturais foram elencados, por estarem cada vez mais escassos para atender a toda a humanidade:
A água, fonte de vida, encontra-se cada vez mais escassa devido a poluição e ao disperdício. A água não é capaz de se renovar em seu ciclo natural para atender a demanda da população.
Quanto ao clima, as mudanças climáticas são claramente perceptíveis, e segundo Lovelock, sem volta. Interferem no clima o efeito estufa e o aquecimento global, fenômenos naturais acelerados pela poluição causada pelo homem.
Como consequência, a agricultura está comprometida. A produção mundial pode são ser capaz de atender a demanda, e em alguns anos, muito mais pessoas morrerão de fome.

Como alternativas para tentar permitir que a natureza se recupere, foram sugeridas algumas medidas, como a redução do uso de combustíveis fósseis, planejamento familiar e redução do consumo/minimização dos resíduos. Devemos procurar reciclar tudo o que for possível, através de coleta seletiva e aproveitamento do lixo orgânico. Neste ponto entra a educação ambiental, a nos ensinar a não jogar lixo nas ruas e a escolher melhor as formas de embalagem, segundo o tempo de decomposição dos materiais e possibilidade de reciclar.

Ao final do curso, o professor nos apresentou um de seus animais de estimação:

Olha a cobra!

Olha a cobra!

Hélio Guerra e Octacilia Coutinho

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